Flávio Macêdo Lima

Goiânia 17 de maio de 2017.
Querido diário,
Sabia que o motivo de visitarmos a Cidade de Goiás foi para conhecer melhor sobre nossos estudos e finalmente Diário, descobrir porque a capital de Goiás foi transferida para Goiânia.
Diário, a nossa ida foi muito legal. Eu sentei com o meu melhor migo Vitor. Tiveram muitas brincadeiras e perguntas sobre a viagem e um lanche delicioso.
A nossa primeira parada foi na Igreja Nossa Senhora Aparecida, mais conhecida como Igreja das Areias. Diário, você não vai nem acreditar a vista que estava lá, era a serra Dourada, estava tão linda. E descobri que ela recebe esse nome porque à tarde o Sol bate e ela fica dourada.
Querido, nós fomos à Praça do Coreto no final e tomamos picolés com sabores típicos do Cerrado. A nossa tia disse que antigamente aconteciam teatros e apresentações, mas hoje é apenas uma sorveteria, mas olha Diário é uma das melhores que eu já fui!
Amigo, o Museu e Casa de Cora Coralina eram incríveis! Eram bem em frente ao Rio Vermelho! Nós descobrimos em nossos estudos que ele recebeu esse nome, pois os corpos das pessoas mortas eram jogados e o sangue deixava a água vermelha.
Diário, o Museu Conde dos Arcos é um museu muito bonito e mostra pinturas da casa de Pedro Ludovico e como era antigamente. Todos os anos, os governadores devem ficar 4 dias morando nele no mês de julho. Diário, lá era muito bonito!
E finalmente Diário, o Museu da Boa Morte, mais conhecido como Museu da Arte Sacra ele foi o meu preferido, pois eu adoro arte e lá estavam as obras de artistas famosos em Goiás, como Veiga Valle.
No Museu das Bandeiras nós vimos alguns objetos de tortura, o guia nos mostrou a cadeia e nos contou sobre os prisioneiros com pena de morte.
Diário, as igrejas eram muito lindas, principalmente a de Sant’Ana que é a santa que protege a cidade de Goiás, todos nós prestamos muita atenção.
E finalmente, na nossa volta Diário, houve baladinha e nós no divertimos muito! Eu e o Vitor estávamos muito cansados. Essa viagem foi incrível!
Até a próxima diário!
Flávio Macêdo Lima

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