Vitor Zactiti Franqueiro
Goiânia, 19 de maio de 2017.
Querido diário,
Nós fomos à cidade de Goiás para
visitar e estudar a época colonial.
Na escola nos reunimos, encontrei
meus amigos, colocamos pulseiras e fizemos uma fila para entrar no ônibus. E
dentro dele as professoras deram os avisos e rezamos na hora de ir.
A ida a Goiás foi boa, eu fiquei
vendo a paisagem, conversando, jogando, rindo muito e brincando.
A nossa primeira parada foi na Igreja
Nossa Senhora Aparecida que foi construída em 1910, sabia amigo? Nós entramos,
rezamos um pouco e escutamos informações.
Nós visitamos quatro museus: Museu
Conde dos Arcos, Museu das Bandeiras, Museu Arte Sacra e Museu Casa de Cora
Coralina, todos foram muito interessantes.
Fomos ao Chafariz de Cauda, tiramos
fotos e ficamos conversando sobre o local. Descobri que foi construído em 1778,
com a finalidade de dividir o abastecimento de água da cidade com o já
existente Chafariz da Carioca.
No Museu de Cora Coralina a moça (guia)
era implicante, mas eu conheci a casa com calma. Ela era linda, muito interessante
e conhecida como Casa da Ponte.
Na Igreja do Rosário foi muito legal,
porque a guia contava lendas bem legais e ela era a mais bonita de todas.
Na Praça do Coreto tomamos sorvete. O
Augusto, como teve coragem de ir levar pontos no hospital, ganhou dois sorvetes
de graça. Eu tomei um sorvete de flocos e sentei nos banquinhos da praça.
Um lugar marcante na minha vida foi a
casa de Cora Coralina e o Museu das Bandeiras. Foram marcantes em minha vida
porque eu nunca tinha entrado em uma prisão e em uma casa de uma poetisa
famosa.
Também fizemos compras em lojas
minúsculas. Eu comprei um apito indígena e uma coisa de pegadinhas. Eu não
comprei muita coisa porque eu esqueci minha carteira em casa, e tive que pegar
emprestado do Jorge.
A volta foi muito cansativa, nós ficamos
conversando e cantando no ônibus.
Essa viagem significou um momento histórico
que marcou minha vida para sempre.
Até a próxima, diário!
Vitor Zactiti Franqueiro.


Comentários
Postar um comentário