Leonardo Pinheiro de Moura Júnior
Goiânia, 19 de maio de 2017.
Meu diário,
O motivo de irmos à cidade de Goiás
era para conhecermos, de uma forma diferente e prática, a história da nossa
antiga capital.
Nós nos organizamos no galpão da
nossa escola, fazendo filas para entrarmos no ônibus, lembrando, em todos os ônibus
tinham duas turmas e nós éramos quatro turmas.
A ida foi bem divertida, a gente foi
ouvindo músicas, vendo filmes e recebemos um lanche antes de chegarmos ao nosso
destino. Estávamos aproveitando, amigo!
Nossa primeira parada foi na Igreja
Nossa Senhora Aparecida que foi construída em cima de um pequeno vilarejo, local
onde existia um pequeno núcleo urbano. Tiramos fotos na escada, a sua frente.
O palácio Conde dos Arcos foi a primeira
cede dos governadores da Providencia [1748]. O prédio conta a história dos
governantes de Goiás. O Museu das Bandeiras funcionava como prisão de brancos e
câmara dos vereadores. O Museu da Boa Morte tem esculturas e trabalhos do
artista Veiga Valle. Há objetos muito antigos para conhecer. Fiquei muito
curioso a cada museu que ia.
O Largo do
Chafariz foi fundado em 1778 para abastecer a cidade de Goiás, as casas de
Sant’Ana, no governo do general José de Almeida V. S. e Carvalho sobre os alicerces
da primeira Capela da Boa Morte. Hoje tem as cores amarela e branca. Todos
juntos fomos fotografados em sua frente.
No dia 20 de agosto de 1889 nasceu a
nossa querida doceira e poetisa: Ana Linz Guimarães Peixoto Bretas, mais
conhecida como Cora Coralina, que nasceu em Vila Boa (Arraial de Santa’Ana, hoje
Cidade de Goiás).
Você sabia que a Igreja Nossa Senhora
do Rosário foi fundada em 1761? E que é conhecida como antiga igreja dos negros
porque foi construída pelos escravos? Dentro dela nós rezamos e pedimos.
A Praça do Coreto, oficialmente Praça
Dr. Tasso de Camargo, fica próximo da Catedral de Santa e do Palácio Conde dos
Arcos. Lá comemos picolé, em seguida fizemos compras nas lojas.
Para mim os melhores momentos foram
quando lanchamos no jardim do Palácio Conde dos Arcos.
Até mais tarde diário.
Leonardo Pinheiro de Moura Júnior.


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