Joaquim Netto Ferreira de Sousa

Goiânia, 19 de maio de 2017.
Meu diário,
Faz dois dias que fomos para Goiás a fim de estudar aquela bela cidade, para conhecê-la e nos preparar para a prova, porque afinal é muito melhor conhecer a história de perto do que simplesmente em livros.
Diário, fomos à escola para nos reunir para irmos a Goiás. Tudo foi muito bem organizado lá.  Brincamos, conversamos durante vinte minutos e depois a tia pediu para colocarmos as pulseiras de identificação, para ninguém se perder, em seguida formamos duplas para entrar no ônibus de dois andares.
Nós brincamos durante o percurso e todo mundo ria e conversava, diário! E também algumas meninas discutiam para ir ao primeiro andar do ônibus.
Nossa primeira parada foi na Igreja Nossa Senhora Aparecida que foi construída por negros africanos no ano de 1910, incrível não é? Lá aprendemos que por ato de reverência não podíamos colocar o boné. Ela também pode ser chamada de Areias.
Nossa segunda parada foi ao museu que antigamente era câmara e prisão. Diário, vimos celas, descobrimos como os presos viviam ali e observamos equipamentos usados para diversas tarefas. Já no museu Artes Sacras observamos esculturas de santos. Eu não me interessei muito, mas fomos muito bem recebidos pela dona Joaquina. Fomos, então, ao museu Conde dos Arcos construído pelo primeiro governador do estado de Goiás. Passaram por lá noventa e oito governadores. O último a morar lá foi o doutor Pedro Ludovico Teixeira.  Vimos as salas, os quartos, os banheiros e as louças com detalhes em ouro branco. Que belo jardim e cascata ele tem!
Fomos ao Chafariz de Cauda que, como o nome já diz, possui uma extensa cauda atrás, e na frente um belo paredão amarelo. Esse era um dos chafarizes que distribuía água para a cidade.
Em um dos museus mais conhecidos da cidade, Cora Coralina, vi uma bica de água, um porão escuro, um lindo e refrescante quintal. Conhecemos a casa toda e sua história contada pela guia de turismo que é uma historiadora.
A Igreja do Rosário era imensa e com pinturas por toda parte. A tia, que era nossa guia, nos contou uma história assustadora. Lá fizemos três pedidos que são segredos e pudemos visitar o seu quintal, ver plantas frutíferas e tomar uma água geladinha.
Conhecemos a Praça do Coreto. Tomamos um sorvete com frutas típicas do cerrado e sentados em um banquinho de madeira onde conversei com meus amigos. O melhor sorvete e picolé da cidade estão ali.
Chegou a hora de voltarmos para Goiânia. Outro delicioso lanche foi servido, em seguida, caminhamos até o ônibus, nos acomodamos e fizemos uma viagem tranquila. Minha família estava me aguardando para saber das novidades.
Que incrível diário! Vou parando por aqui!
Joaquim Netto Ferreira de Sousa.

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