Maria Clara Moraes Girundi

Goiânia, 17 de maio de 2017.
Querido Diário,
Eu e minha turma visitamos a Cidade de Goiás para conhecermos as igrejas, os museus o Palácio, o Rio Vermelho, a Praça do Coreto e muito mais, porque estávamos muito curiosos para conhecer e ver de perto a antiga capital do estado de Goiás.
Diário, a nossa ida de ônibus foi muito divertida. Nós cantamos, vimos filme, alguns dormiram, mas outros só brincavam. Nós contamos feijões, milhos e reais quem ganhava pegava um prêmio, porque tinha vários.
Amigo, a nossa primeira parada foi a Igreja Nossa Senhora das Areias, que foi linda. Vimos a Serra Dourada quando passamos e era linda também. Tiramos várias fotos e vimos um muro que foi construído pelos escravos.
HUUUUUUMMMMM, na Praça do Coreto tomamos uma bola de sorvete ou um picolé. Eu escolhi uma bola de sorvete na casquinha, estava uma delícia e depois fomos as compras. Diário, tinha várias lojinhas com muitas lembranças da cidade.
Diário, a Casa e Museu de Cora Coralina ficava ao lado do “Rio Vermelho”. A casa dela é bem grande e têm várias fotos dela, da família, amigos e pessoas importantes. Vimos também roupas, troféus, medalhas e documentos que Cora Coralina vestiu, ganhou ou assinou.
Conhecemos o Museu “Conde dos Arcos” (Palácio) vimos cada lugar que tinha na “casa”. Todos os governadores que moravam lá, levavam suas mobílias para o palácio. Diário, o lugar era maravilhoso!!!
Diário, no Museu da “Boa Morte /Arte Sacra” antigamente era uma igreja. Vimos nesse museu ouro, prata, bijuterias, santos e várias obras do artista Veiga Valle.
O “Museu das Bandeiras” era a antiga cadeia da cidade, as paredes eram grossas, difíceis de ser quebradas, também vimos lascas de ouro, máquina de tecer tecido, modelos de escadas penduradas no teto como no passado. Tudo explicado pelo guia que nos acompanhou mostrando qual era a função do local.
Diário, a Igreja do Rosário era uma capela depois de um tempo ficou maior, nessa igreja três ou quatro pessoas foram enterradas dentro dela, a igreja fica aberta todos os dias, para quem quiserem entrar para rezar dentro dela. Essa igreja Diário, era frequentada pelos escravos na época do Brasil Colonial.
Querido, nossa volta no ônibus foi muito divertida, jogamos bingo, cantamos, vimos filmes, fizemos balada, enquanto chegávamos em Goiânia. E até estouramos os balões. Todas as atividades valiam brindes no final, quando entramos no ônibus ficamos aliviados porque dentro do ônibus estava gelado mas lá fora estava quente.
Eu volto já diário. Bjs!
Maria Clara Moraes Girundi

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