Júlia de Souza Paula

Goiânia, 19 de maio de 2017.
Querido diário,
Estou escrevendo este texto para falar sobre o nosso passeio à cidade de Goiás para estudar o tempo colonial.
Nos reunimos na escola as 6h, tiramos fotos, colocamos as pulseirinhas de identificação e nos organizamos em fila para a saída. A professora contou quantos éramos,  fizemos uma fila, entramos no ônibus, colocamos cinto de segurança e organizamos as mochilas. A viagem já ia iniciar. Esperamos o ônibus andar, enquanto isso, nós demos tchau para nossos pais. Ficamos brincando, conversando, e assistindo filmes até chegarmos. Sabe? Nossa ida foi tranquila!
A primeira parada foi na igreja Nossa Senhora Aparecida. Essa igreja foi fundada em 1910 e construída pelos escravos. Ela é bem pequena, com uma escada enorme para entrar, e tem seis bancos de cada lado. Ao fundo dela avistamos a serra Dourada.
Museu das Bandeiras foi construído em 1761. Ele é branco e tem várias partes. Era a antiga cadeia e câmara.
Na antiga igreja de Nossa Senhora da Boa Morte, hoje desativada, funciona o museu de Arte Sacra, onde há imagens esculpidas por José Joaquim da Veiga Valle, considerado o "Aleijadinho goiano", além de muitos objetos valiosos da época colonial.
Chafariz de Cauda é pintado de amarelo e branco. Nós tiramos a foto nesse local. Ele era um dos chafarizes que abastecia a cidade de água.
A casa da Cora Coralina situa-se ao lado do Rio Vermelho e é muito linda! Ela nasceu no quarto da mãe dela, foi a onde dormiu e fez suas coisas. Nesse local tem um porão e uma bica onde podia lavar suas mãos e beber água cristalina que vinha de mina. Amigo, você nem imagina que lindo quintal há nesse museu.
A Igreja do Rosário foi fundada em 1934 pela humanidade dos dominicanos, é bem grande e tem com vários bancos. Diário, quando você pela a primeira vez nela tem que fazer três pedidos. Agora não quero contar quais são eles.
Na Praça do Coreto, entramos na sorveteria e entregamos uma ficha, ao balconista, para pegar o picolé ou sorvete. Meu confidente, você podia estar no Coreto, estava muito agradável o local e também o picolé estava delicioso. Sentamos nos banquinhos, debaixo das sombras das árvores, conversamos, rimos... pura alegria com minha turma.
As melhores lembranças eu nem sei explicar porque são muitas. O Coreto foi ótimo e os museus também. Eu estou escrevendo em você e parece que eu estou novamente na cidade de Goiás. Tudo vai ficar na minha lembrança, pois foi maravilhoso esse dia.
Tchau diário! Sempre que tiver novidades venho depressa te contar. Você gostou de ficar sabendo de tantas coisas?
Júlia de Souza Paula.

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