Davi Gayoso Rodrigues
Goiânia, 17 de maio de 2017.
Querido diário,
Eu e meus amigos fomos para Goiás
para entender um pouco mais sobre a escravidão dos negros, e algumas outras
coisas de história, que estudamos em sala.
Nossa ida foi boa, mas no caminho nem
tudo ocorreu como eu esperava, eu fui com uma dupla de outra turma, depois fui
com um da minha turma depois fui sozinho.
A nossa primeira parada foi na Igreja
da Nossa Senhora de Aparecida. A guia nos contou, coisas legais sobre lá, como:
quanto mais coberto, ou seja, com mais roupa, significava diário, mais
respeito.
Depois diário, fomos à Praça do
Coreto, lá nós tomamos sorvete. Lá diário, tinha bancos para nós sentarmos, eu
tive que mudar de banco muitas vezes, pois pessoas ficavam tomando meu lugar, e
ninguém queria sentar com meu amigo Fernando, minha colega tinha dinheiro para
comprar outro sorvete para todo mundo, mas eu, diário, não quis outro sorvete.
Depois fomos a casa de Cora Coralina,
a guia nos contou sobre a vida de Cora Coralina, lá diário tinha água potável,
eu bebi dessa água, lá diário, tinha um
projetor que ficava aparecendo frases de Cora Coralina.
Fomos diário, ao museu Conde dos
Arcos, a guia, nos levou na cozinha, que lá tinha um quadro que quando a gente
andava olhando para ele, tinha a impressão de que ele olhava para a gente, foi
muito maneiro! Depois fomos à sala, o outro guia fez uma pergunta, e minha
colega Laura respondeu rápido e completo.
Depois, fomos ao Museu da Arte Sacra,
um guia nos mostrou coisas antigas, como algumas imagens de santos.
O museu das Bandeiras eu gostei
muito, lá encontrei uma máquina de fiar algodão e muitas coisas antigas que
hoje em dia não se usa mais... É muito legal.
Nós fomos à igreja do Rosário, nós
rezamos e admiramos a arquitetura do local, compramos algumas coisas como
lembrancinha e voltamos para o ônibus.
Nossa volta foi melhor do que a ida,
fui com minha amiga Mariana, brincamos que tinha fantasma no ônibus, ligamos
luzes de festa, dançamos sentados.
Tchau diário! Até a próxima!
Davi Gayoso
Rodrigues.
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