Eduarda Porto Marques Pinheiro Oliveira
Goiânia, 17 de maio de 2017.
Querido diário,
Saímos de Goiânia às 6:30 da manhã,
de ônibus, foi muito divertido, pois assistimos filmes, ouvimos músicas, conversei com a minha amiga Mariana
que sentou ao meu lado durante a viagem.
Chegamos à cidade de Goiás às 9 horas
da manhã. Nossa primeira parada foi na Igreja Nossa Senhora Aparecida,
conhecida como Areias, construída em 1910.
Seguimos depois para vários outros pontos
turísticos, como a Praça do Coreto que é uma parada obrigatória de quem visita a
cidade de Goiás, é enorme, tem muitas árvores, muita sombra e desde 1952 foi
criada, no pavimento inferior do coreto, uma sorveteria com sorvetes e picolés
de frutas do Cerrado, foi muito legal.
Visitamos também o museu que foi a
casa de Cora Coralina. Cora nasceu em 1899 e morreu em 1995, foi uma grande
poetisa e escritora. A casa pertenceu ao
pai de Cora Coralina que era desembargador. Querido diário, descobri que a
construção tem características típicas da arquitetura colonial brasileira, tais
como: pedras de pau a pique e adobe. A casa virou museu em 1989. Casa de Cora
foi meu lugar favorito!
Diário! Outro local visitado foi o Palácio
Conde dos Arcos, foi a primeira sede do governo da Província. Foi construído em
1751 pelo primeiro governador de Goiás, Dom Marcos de Noronha conhecido como
Conde dos Arcos.
Diário, o Museu de Arte Sacra de
Goiás é reconhecido pela UNESCO como patrimônio histórico cultural e mundial
por sua arquitetura barroca, tradições culturais e pela natureza, reúne uma das
maiores artes sacras de um único artista chamado Veiga Valle. Hoje o acervo de
prataria e mobiliário, gravuras, pinturas, coroas com temas religiosos completam
o acervo. Que lugar incrível...
Fomos à Igreja do Rosário, construída
em 1761. Possui arcos góticos e paredes de pedra. Lá rezamos e admiramos a
arquitetura da igreja.
Depois de tanto conhecimento a volta
foi de muita diversão, nós rimos, assistimos filmes e teve balada. Chegamos às
20hs em Goiânia, cansados, porém felizes.
Até breve...
Eduarda Porto Marques Pinheiro
Oliveira
Comentários
Postar um comentário