Pedro Castanheira Godinho

Goiânia, 19 de maio de 2017.
Querido diário,
No dia 17 de maio de 2017, fomos para Goiás Velho, para conhecer essa cidade, sua história e sua arquitetura.
Nos reunimos no portão dos fundos da escola às 6h da manhã. Organizamos em filas, em direção ao ônibus, de acordo com as regras, cada turma entrou na sua vez.
A nossa ida foi tranquila, graças a Deus não ocorreu nenhum acidente. Ficamos jogando e assistindo filme até chegarmos ao nosso destino.
Na igreja Nossa Senhora Aparecida aprendemos que ela fez parte do primeiro vilarejo da cidade de Goiás e que essa construção foi feita por negros.
No palácio Conde dos Arcos, o guia explicou, que lá era o lugar onde os governantes se reuniam para conversar sobre o governo e que os governadores não almoçavam com suas famílias.
No museu das Bandeiras os guias explicaram que ele funcionou como presídio até 1950, onde a primeira cela era a prisão dos brancos e havia uma sala onde os deputados se reuniam. Nele há a cruz original do Anhanguera. Este museu é um dos lugares mais importantes da cidade.
O museu de Arte Sacra da Boa Morte foi para mim a parte mais bonita da cidade de Goiás. Fiquei muito emocionado diário.  A sua arquitetura é barroca sendo a principal representação desde estilo no estado. Sua sua construção é datada de 1779. Ocorreu um incêndio em 1921 que destruiu imagens de Veiga Valle, considerado o “Aleijadinho goiano”.
O Chafariz de Cauda foi, construído em 1778, com a finalidade de dividir o abastecimento de água da cidade com o já existente Chafariz da Carioca.
As margens do rio Vermelho, conhecida como Casa da Ponte, havia um museu dedicado à menina poetisa e doceira Cora Coralina, que começou a escrever aos 14 anos e publicou seu primeiro livro aos 75 anos. Foi conhecida nacionalmente aos 90 anos de idade e faleceu no dia 10 de abril de 1985.
Diário outro local interessante que visitamos em Goiás foi a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Foi erguida em 1734 por Antônio Pereira Bahia e reconstruída em estilo neogótico em 1934, pelos Frades Dominicanos, oriundos da França.
Antigamente diário, a praça era um lugar de encontros para os governantes, coronéis, e pessoas que faziam parte dos grupos sociais, como médicos e militares. Eles se reuniam para comícios e encontros sociais, e às vezes para anunciar fatos importantes.
A viagem foi ótima, adorei os museus e a comida, mas o mais especial deste passeio foi a companhia dos meus colegas e professores.
Adeus querido diário,
Pedro Castanheira Godinho.

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