Marhessa Ferreira Mello
Goiânia, 17 de maio de 2017.
Querido diário,
O motivo da viagem foi para
aprendermos coisas históricas no passeio. Pois a Cidade de Goiás foi a primeira
capital do nosso estado.
A ida no ônibus foi tranquila, eu
lanchei, eu conversei com minha amiga Lara e joguei no meu celular. Foi muito
divertido, pois estava ansiosa.
A primeira parada foi na Igreja de
Nossa Senhora de Aparecida, apresenta as mesmas proporções que a planta da
igreja de Santa Maria do Castelo da cidade Estremoz, em Portugal, concluída em
1562. Lá tem umas escadarias enormes e fica em um morro, vale a pena conhecer.
O Coreto atual foi construído na
gestão do prefeito Lincoln Caiado de Castro, em 1923. Desenhado pelo Dr. Wiaker
Sócrates do Nascimento. A sorveteria funciona desde 1952. Lá tomamos sorvete do
Cerrado. Foi ótimo fazer uma pausa e descansar um pouco.
Cora Coralina nasceu dia 20 de agosto
de 1889. Faleceu em Goiânia como uma poetisa de conquista Brasileira e escreveu
16 livros. Isso tudo aprendemos ao conhecer sua casa/museu, onde retrata sua
vida e obra. Foi fantástico viver esse momento.
Conde dos Arcos foi construído em
1751 pelo primeiro governador privativo de Goiás, Dom Marcos de Noronha,
conhecido como ‘’Conde dos Arcos’’. Lá é grande e o governador durante o ano
passa três dias lá.
O Museu das Bandeiras foi construído,
em 1761, a partir de um projeto da corte do rei D. José. Muito interessante,
fiquei encantada.
Também conhecemos a Igreja de Nossa
do Rosário foi fundada em 1761. É conhecida como antiga igreja dos Negros
porque foi construída pelos escravos. Essa igreja foi demolida e reconstruída
em estilo Neogótico em 1934 pelos frades dominicanos oriundos da França.
O Museu da Boa Morte tem esculturas e
esse trabalho é do artista Veiga Valle, e foi construído no ano de 1779. Lá vi
imagens bem antigas de santos.
O que mais gostei foi o Museu e casa
de Cora Coralina, eu gostei desse lugar porque lá conta a vida de Cora Coralina
tem lá a sua cozinha, a água mais pura no seu porão, o seu armário de pratos de
porcelana, a sua máquina de escrever e seus livros que ela escreveu.
A nossa volta foi muito divertida,
teve música, teve um filme, teve um lanche, foi tudo de bom diário, foi a
melhor excursão de todos.
Beijos.
Marhessa Ferreira Mello
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