Gustavo Peixoto

Goiânia, 19 de maio de 2017.
Querido diário,
O motivo de visitarmos a Cidade de Goiás foi para conhecermos e estudarmos a antiga  capital de Goiás que é patrimônio da humanidade. Esta cidade é do tempo em que o Brasil era colônia de Portugal, mas tinha o nome de Vila Boa.
Eu e todos os outros alunos nos organizamos no galpão da escola, tiramos várias fotos, colocamos pulseiras de identificação e despedimos de nossos pais. Em seguida, formamos uma fila e fomos para o ônibus. A professora fez a chamada. Todos da minha turma estavam presentes.
A nossa ida, no ônibus, foi muito boa! Sentei-me com meu amigo Dudu e a turma estava muito animada. Diário, você não acredita... no ônibus tinha TV e assistimos ao filme “Hotel Transilvânia”. Foi muito legal e divertido, adoramos. Também comemos, conversamos, rimos, cantamos e observamos as paisagens pelas janelas.
Nossa primeira parada foi na Igreja Nossa Senhora Aparecida que foi criada pelos escravos em 1910. Diário, para chegar até ela subimos muitos degraus! Que escada! Tiramos muitas fotos nela e dentro da igreja, que tinha ao fundo a serra Dourada.
Fomos ao Museu Conde dos Arcos e um senhor, muito divertido, nos recebeu. Nesse local moravam antigos governadores. Foi transformada em museu no ano de 1961. O museu possui exposição da história dos governadores de Goiás. Em julho, o Governo Estadual volta a funcionar na cidade, tornando-a a capital do Estado por três dias.
No Museu das Bandeiras, prédio que abrigava a antiga Casa de Câmara e Cadeia.  Algumas modificações
foram feitas para oferecer melhores condições para o prédio se tornar um museu. O acesso à cadeia, por exemplo, foi modificado para facilitar a entrada dos visitantes. Foram colocadas novas portas e salas para funcionários realizarem serviços para manter o funcionamento do museu.
No Museu Arte Sacra, fomos atendidos por uma funcionária que se chamava Joaquina, ela nos mostrou vários quadros interessantes, relacionados com a Igreja Católica. As esculturas de santos, de Jesus e de Maria. Com destaque para as obras de Veiga Valle. Diário, adorei os quadros. Também vi pratarias, terços, coroas e móveis do tempo colonial.
No Chafariz de Cauda nos posicionamos em um pequeno degrau para uma foto que ficará na lembrança eternamente. Ele foi fundado em 1778 para abastecer a cidade.
Fomos ao Museu da Cora Coralina, amigo lá é muito grande! Fomos ao jardim, vimos vários quadros bonitos, vimos até uma estátua dela! Ela começou a escrever com 14 anos, e publicou seu primeiro poema com quase 75 anos.
A Igreja do Rosário era linda! Ouvi uma lenda muito assustadora, também fiz três pedidos para mim e para minha família. É uma construção histórica de 1761. Suas pinturas internas são de Frei Nazareno Confaloni.
Na Praça do Coreto tomamos muito sorvete, repeti duas vezes. O Coreto fica no centro da cidade. Nós nos divertimos muito na sombra de suas árvores e sentados nos banquinhos. Os picolés e sorvetes, a maioria, é de frutas do cerrado.
A nossa viagem me trouxe muitas lembranças: brincadeiras, vários conhecimentos, compras nas lojinhas, almoço no hotel...
Agora, paro por aqui! Viu quantas novidades? Quero outras...
Até breve, diário! Meu amigo! Logo estarei de volta!
Gustavo Peixoto.

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